28 novembro, 2014

Colar de âmbar - Sim ou Não?


O colar feito do âmbar,  uma resina fóssil de 40 milhões de anos de idade, é leve e morno ao toque ao contrário das pedras que são frias e pesadas. Segundo defensores do produto, o âmbar terapêutico é o oriundo da região báltica, por possuir grande concentração de ácido succínico.  Ao entrar em contato com a pele a resina aquece e libera óleos essenciais benéficos. Entre seus benefícios estão a capacidade de aliviar os desconfortos da fase da dentição, como dor, febre e inchaço das gengivas. Além da dentição, o colar de âmbar pode ter um efeito positivo sobre alergias, eczemas, erupções cutâneas, cólicas e doenças respiratórias e melhora o sono e a imunidade, devido as propriedades analgésicas, anti-inflamatórias, cicatrizantes e imuno-estimulantes.
No momento da compra é importante priorizar colares com o fecho de segurança que segue a norma europeia (o bebe não consegue abrir), peças com as bordas arredondas e com as contas amarradas separadamente, o nó individual evita que, ao romper, o colar inteiro se desfaça. Sendo assim mais seguro para as crianças. 
É importante lembrar de fazer testes caseiros para verificar a autenticidade do âmbar: 
1- O copal e o plástico não toleram solventes. Coloque 1 ou 2 gotinhas de acetona ou álcool numa das contas do colar de âmbar ou da pulseira de âmbar. Se a superfície ficar viscosa, pegajosa ou retirar/alterar a cor mel, pode acreditar que não é âmbar. O âmbar não se altera e não se dissolve perante este tipo de dissolventes. Este é um dos testes simples que pode fazer sem danificar o colar do seu bebé.
2- O âmbar não derrete. Ele queima devagar como incenso. O copal e o plástico derretem. No entanto enquanto o plástico deixa um cheiro horrível quando é queimado, o cheiro do copal pode ser muito idêntico ao do âmbar. O âmbar tem um cheiro doce, parecido com o pinho, muito agradável, quando é queimado – por esta razão foi utilizado durante séculos como incenso. Recomendaria que não fizessem este teste com os colares já que poderão queimar também o fio que une as contas.

Aí entra a parte mãe-cética que não acredita em quase nada. Pode ser que os dados científicos digam que não funcione, mas sabe aquele sexto sentido que me diz que o que tá fazendo eles ficarem calmos é exatamente o colar? Pois é.  Por bem ou por mal, como sou contra a cultura medicalização, uso o colar e fico com a consciência tranquila. Joca se acha o mais lindo do mundo com o colar e para Francisco não faz diferença, visto que não causa incomodo.

Importante: A criança deve estar sempre sob supervisão de um adulto durante o uso do colar e nunca dormir com ele.

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