Aí você amamenta, o filho dorme e você acha que finalmente poderá dar um jeito na casa, tomar um banho, assistir um seriado, namorar e até mesmo (pasmem!) escovar os dentes. Doce ilusão. A verdade é que, quando as crianças dormem, eu só quero deitar e poder descansar também.
Não tem nada no mundo que me desestabilize mais que a privação de sono. Meu metabolismo estaciona, paro de fazer xixi e começo a inchar desenfreadamente, começo a comer quando dá, fico nervosa e só como o que estiver a mão. Imaginem a situação.
Francisco não estava mamando mais a noite. Isso, não estava. Há um mês viajamos, depois disso ele teve Laringite. Aqui em casa temos uma regra: água (e peito) não se nega a ninguém, muito menos a um bebê doente. Logo, minha noite de 5 horas de sono interruptas, voltara a ser um caos. Bebê só quer saber de mamar, eu só quero saber de dormir, João acorda e só quer saber de atenção e eu, novamente, só preciso dormir. Não adianta passar a bola pro Samuel, porque tem coisa que só mãe resolve. E por mais que ele seja o rei da boa vontade, acaba sobrando pra mim.
Acontece que adoeci, duas vezes em um mês. E, pra mim, que antes de ser mãe não adoecia nunca e agora vivo com alguma coisinha, tomar antibiótico duas vezes em 30 dias é algo inaceitável. Falta de sono, correria com a faculdade, cuidado com a casa, filho, marido, família que mora fora e outras mil coisas.
E aí ontem, no auge do cansaço, decidimos parar tudo e ter um tempo pra nós. E vi que é preciso sim ter um tempo pra relaxar, que isso só aumenta nosso vínculo como homem e mulher que somos. E vi que preciso de pausa, de pausar a vida, a maternidade e me ver como mulher que sou. Não que a maternidade não me faça bem, pelo contrário, mas junto com a plenitude que essa me proporciona o meu corpo precisa parar e respirar. Porque ser mãe é ter um tempo pra si mesma.
Sair pra tomar um café, rever as amigas sem se preocupar se a blusa abre fácil pra amamentar, ter a tranquilidade de passar um dia fora sabendo que meus meninos estão sendo bem cuidados, comer a comida quente, sem choro e sem giz de cera jogado pela mesa. Isso me renova, me traz a paz que eu preciso, mesmo sem dormir as tão sonhadas oito horas diárias.
Porque das 24 horas do meu dia, pelo menos 3 horas por semana merecem se destinadas ao meu eu, mulher, marina.
Não tem nada no mundo que me desestabilize mais que a privação de sono. Meu metabolismo estaciona, paro de fazer xixi e começo a inchar desenfreadamente, começo a comer quando dá, fico nervosa e só como o que estiver a mão. Imaginem a situação.
Francisco não estava mamando mais a noite. Isso, não estava. Há um mês viajamos, depois disso ele teve Laringite. Aqui em casa temos uma regra: água (e peito) não se nega a ninguém, muito menos a um bebê doente. Logo, minha noite de 5 horas de sono interruptas, voltara a ser um caos. Bebê só quer saber de mamar, eu só quero saber de dormir, João acorda e só quer saber de atenção e eu, novamente, só preciso dormir. Não adianta passar a bola pro Samuel, porque tem coisa que só mãe resolve. E por mais que ele seja o rei da boa vontade, acaba sobrando pra mim.
Acontece que adoeci, duas vezes em um mês. E, pra mim, que antes de ser mãe não adoecia nunca e agora vivo com alguma coisinha, tomar antibiótico duas vezes em 30 dias é algo inaceitável. Falta de sono, correria com a faculdade, cuidado com a casa, filho, marido, família que mora fora e outras mil coisas.
E aí ontem, no auge do cansaço, decidimos parar tudo e ter um tempo pra nós. E vi que é preciso sim ter um tempo pra relaxar, que isso só aumenta nosso vínculo como homem e mulher que somos. E vi que preciso de pausa, de pausar a vida, a maternidade e me ver como mulher que sou. Não que a maternidade não me faça bem, pelo contrário, mas junto com a plenitude que essa me proporciona o meu corpo precisa parar e respirar. Porque ser mãe é ter um tempo pra si mesma.
Sair pra tomar um café, rever as amigas sem se preocupar se a blusa abre fácil pra amamentar, ter a tranquilidade de passar um dia fora sabendo que meus meninos estão sendo bem cuidados, comer a comida quente, sem choro e sem giz de cera jogado pela mesa. Isso me renova, me traz a paz que eu preciso, mesmo sem dormir as tão sonhadas oito horas diárias.
Porque das 24 horas do meu dia, pelo menos 3 horas por semana merecem se destinadas ao meu eu, mulher, marina.
Não adianta a gente querer ser super mae 24 horas por dia, a gente também é outras coisas além de mãe e esses nossos outros lados também merecem um pouco de atenção de vez em quando. Eu tenho uma sorte danada, minha filha quase sempre dorme a noite toda então pelo menos do meu sono eu não tenho me privado, mas eu sempre gostei de ficar sozinha, com minhas coisinhas e meus pensamentos e ultimamente isso simplesmente não existe mais, pois casa, trabalho, marido e filha tiram esgotam todo o meu tempo e o que sobra é pra dormir. Mas procuro entender que a realidade agora é outra, que também me faz feliz e que mesmo que eu sinta falta de fazer o que eu fazia antes eu tenho que me adaptar e procurar extrair o máximo de alegria dos momentos que passo com minha família. Porém, de vez em quando eu preciso de um respiro, essa semana mesmo eu pedi ao meu marido um "vale tarde" e fui dar uma volta no shopping (ele até quis ir comigo mas eu insisti que queria ir sozinha). Relaxei, vi vitrine, sentei pra comer um lanche bem sossegada, folheei um livro na livraria, comprei umas bobagens e fui pra casa bem mais traquila, pois só essas 2, 3 horinhas de sossego já foram suficientes pra renovar minhas energias.
ResponderExcluirBeijos!
www.baudabijou.com.br