
Desde os 12 anos, tive uma amiga pra chamar de minha. Foi com ela que dividi tudo o que aconteceu na minha vida, menos esse dia. Demorei 10 anos para contar a ela o que realmente aconteceu, foram 10 anos guardando, curando as feridas, processando os fatos, me transformando como mãe, mulher e cidadã que sou. Nesse processo me descobri ativista dos direitos das mulheres e das crianças, foi assim que passei a aceitar que cada história é única e uma linha torta pode se tornar um belo desenho. Mas de antemão peço desculpas aos meus pais por nunca ter aberto essa história a eles, pois na minha cabeça a culpa sempre foi minha, eu é quem deveria ser punida por todo e qualquer ato. Era vergonhoso ser eu, eu não era a filha que que vocês mereciam.
Era um baile de formatura de colégio, onde as adolescentes passam dias imaginando qual roupa usar, com quem ir e como será. Expectativas criadas, chega o grande dia. Como de costume me arrumei na casa dessa grande amiga, ríamos muito, era um dia muito feliz! Colocamos nossas melhores roupas, eu me lembro claramente do vestido vermelho tomara que caia, me lembro da calcinha rosa com transparências que era conjunto de um sutiã que minha mãe tinha me dado e eu havia escolhido porque não marcaria no vestido de tecido fino. Mais a frente vocês entenderão o motivo de eu nunca ter esquecido a calcinha e ela ter tamanha importância nessa história. Eu, com 15 anos, já tinha um corpo de mulher, os seios já eram desenvolvidos, tinha curvas e sempre fui muito comunicativa, o que fazia com que eu tivesse muitos amigos e vivesse cercada de gente. Ficar sozinha nunca foi pra mim, gosto de gente na tristeza e na alegria. E esse dia era pra se comemorar.
Na cidade em que eu morava, até então de pequeno porte, um baile de formatura de colégio militar parava o movimento. Todos os adolescentes estariam naquele salão e lá estava eu e meu grupo de amigas. Devido a alterações hormonais eu estava tomando um medicamento que não deveria ser misturado ao álcool, mas quem ligava? Tomei cerveja. E o que seria pra me alegrar, acabou me drogando. No meio da festa eu estava irreconhecível, o efeito do álcool associado a medicação fez com que eu perdesse vários dos meus sentidos. Mas eu estava segura, estava com minhas amigas e voltaria para casa com elas. Mero engano.
Um rapaz da festa, me carregou para o segundo andar e começou a me beijar. Sim, eu estava gostando, mas a partir daí fui perdendo cada vez mais os sentidos e lembro claramente de pedir para que ele me tirasse dali e me levasse pra casa. Ele me levou para fora da festa correndo e, segundo minha amiga, elas tentaram nos alcançar, mas sem sucesso. Me deixou em um coreto em meio a um jardim e pediu para que eu esperasse ali que já voltava. Era noite. Eu tentava levantar, mas minhas pernas não obedeciam aos meus comandos. Ele voltou com dois amigos. Tirou a minha calcinha (a rosa) e então consumou o ato. Lembro da dor, do sangue, dos dois amigos assistindo, eu querendo que parasse e ele falando que eu ia gostar. Eu só queria que acabasse logo. Eu não conseguia me mover. Os amigos parados, assistindo de camarote e aquela cena que parecia infinita. Durante a festa eu havia cortado o meu pé com cacos de vidro e voltei de um local afastado até a minha casa, a pé, 1,9 quilômetros, me arrastando. Quando cheguei na porta da casa dos meus pais desmaiei na porta. Acordei com um homem estranho, o dia clareando, com o rosto entre minhas pernas. Entre as palavras que ele sussurrava nunca vou esquecer o o fato dele mencionar que eu estava sem calcinha. Calcinha esta que havia ficado no bolso daquele outro ser. Não lembro o rosto desse homem, só lembro do medo que senti, da minha vontade de gritar, de correr e novamente a imobilidade do coquetel de bebida alcoólica com medicamento havia me paralisado. Pedi, implorei que ele saísse, tentei gritar e ele tampava minha boca. Então ele terminou e eu, com medo de que algo mais me acontecesse, pulei um muro de 2 metros de altura e me escondi no fundo da minha casa. Onde horas após fui encontrada por minha mãe e minha irmã que me procuravam por toda a cidade. Inventei qualquer história, citei os nomes de quem eu me lembrava e que não iriam saber do que havia acontecido e me culpei por todo o ocorrido.
Os dias passaram, eu revivia aquelas cenas todos os dias, todos os momentos. Eu só queria morrer. Eu tomei medicamentos, eu cortei os meu pulsos, eu me tornei a pessoa mais odiosa que qualquer mãe e pai poderia ter. Meus pais acreditavam que isso era devido a adolescência, eu culpava minha mãe de todo e qualquer problema que eu tinha e hoje sei que isso era um reflexo e uma vontade interna de que eu queria que ela tivesse me protegido de tudo aquilo. Todas as vezes em que eu saía na rua uma parte de mim ficava lá, parecia uma eternidade, eu andava na rua e todos pareciam saber. Até que um dia, após um problema bobo na escola, eu explodi. Doía tanto, nada mais valia a pena, eu era o ser humano mais nojento do planeta. E sim, a culpa era minha, eu que bebi, eu deveria estar sã. Meus pais haviam saído, eu estava sozinha, tomei todos os medicamentos que eu encontrei em casa e só não morri porque meu irmão chegou e me encontrou a tempo. Fiquei em coma alguns dias. Lembro de tudo o que acontecia enquanto eu estava desacordada, do meu pai chorando ao lado da cama, da minha mãe e de todos os que estiveram lá. As palavras médicas. O cheiro do hospital. A falta de força que eu tinha pra viver. Eu só queria que aquilo acabasse e eu ficasse na lembrança das pessoas como uma pessoa boa e não uma pessoa nojenta, que cedeu aos desejos alheios.
Mas eu acordei. E ao acordar minha mãe chorou. Ainda lembro dos olhos marejados, de ligar pro meu pai e ouvir a voz soluçando ao telefone. Minha vida valia a pena, eu era a filha que eles queriam e eles me aceitariam de todas as formas.
Ainda assim, até hoje, eu não havia contado o que realmente aconteceu. Foi isso mãe, foi isso, pai. Foi isso que me tirou dos eixos. Foi o medo de que isso poderia se repetir, foi o medo de vocês e das pessoas me odiarem.
Os anos se passaram, eu amadureci, tratei minhas feridas e coloquei no mundo dois homens. Hoje vivo cercada de homens e a cada dia que vejo algum abuso, mal trato ou palavras amargas sendo usadas para com as mulheres ao meu redor essas cenas ainda me atormentam. E é por cada dia que eu saio a noite e preciso apertar meu passo, por cada vez que vou escolher a roupa e fico com medo de estar decotada de mais, por mulheres bêbadas que vejo na rua e sofro pensando que sim, elas estão expostas as mesmas situações que eu passei, que luto. Que faço meu papel, que uso minha voz para alcançar cada mulher e emponderá-la. Porque eu cresci cercada de mulheres fortes e, ainda assim, sofri.
Passados 10 anos, descubro não um, vários casos da mesma época em que amigas minhas foram drogadas, abusadas, abusadas em lotes, de amigas que apanhavam constantemente dos namorados e nunca falaram por medo de ficar mal vista na cidade. Tá tudo errado!
A vítima nunca é culpada.
Se não há consenso, é estupro.
Se há dor, é crime.
Se a pessoa não está são, não há consenso.
Andar na rua não te dá o direito de assoviar ou usar palavras engraçadinhas (princesa, gostosa, ...). Não, isso não é um elogio!
Ele, o que eu lembro nome, rosto e endereço, vai se casar. E eu espero que ele seja feliz e que tenha uma filha, para que ele possa refletir sobre sua postura. Que seja uma mulher, uma mulher de fibra e feliz e que mude, pelo menos um pouco, a cabeça desse ser. Porque aqui já tenho dois meninos bons, que espero que cresçam sabendo o valor de um ser humano, pois dentro de casa tem um pai que é acolhedor e reflexo de que não ser machista nos dias atuais é possível, um homem que sabe seu papel e sabe que é o mesmo papel que o meu, de mulher. Mas também sabe minha força e sabe que é dali que eu tiro fôlego pra encarar tudo, todos os dias. Todos os casos de violência que eu leio nos grupos de mães, seja obstétrica ou doméstica, cada um é parte de mim. E eu só desejo amor pra esses homens, muito amor, porque cada um deseja o que tem.
ps: Meninas de Bom Despacho, não se calem! Vocês não estão sozinhas, chamem a polícia, o papa, e botem a boca no trombone. Não é o medo de ficar mal falada que deve calar cada uma de vocês. Estamos todas juntas.
Na cidade em que eu morava, até então de pequeno porte, um baile de formatura de colégio militar parava o movimento. Todos os adolescentes estariam naquele salão e lá estava eu e meu grupo de amigas. Devido a alterações hormonais eu estava tomando um medicamento que não deveria ser misturado ao álcool, mas quem ligava? Tomei cerveja. E o que seria pra me alegrar, acabou me drogando. No meio da festa eu estava irreconhecível, o efeito do álcool associado a medicação fez com que eu perdesse vários dos meus sentidos. Mas eu estava segura, estava com minhas amigas e voltaria para casa com elas. Mero engano.
Um rapaz da festa, me carregou para o segundo andar e começou a me beijar. Sim, eu estava gostando, mas a partir daí fui perdendo cada vez mais os sentidos e lembro claramente de pedir para que ele me tirasse dali e me levasse pra casa. Ele me levou para fora da festa correndo e, segundo minha amiga, elas tentaram nos alcançar, mas sem sucesso. Me deixou em um coreto em meio a um jardim e pediu para que eu esperasse ali que já voltava. Era noite. Eu tentava levantar, mas minhas pernas não obedeciam aos meus comandos. Ele voltou com dois amigos. Tirou a minha calcinha (a rosa) e então consumou o ato. Lembro da dor, do sangue, dos dois amigos assistindo, eu querendo que parasse e ele falando que eu ia gostar. Eu só queria que acabasse logo. Eu não conseguia me mover. Os amigos parados, assistindo de camarote e aquela cena que parecia infinita. Durante a festa eu havia cortado o meu pé com cacos de vidro e voltei de um local afastado até a minha casa, a pé, 1,9 quilômetros, me arrastando. Quando cheguei na porta da casa dos meus pais desmaiei na porta. Acordei com um homem estranho, o dia clareando, com o rosto entre minhas pernas. Entre as palavras que ele sussurrava nunca vou esquecer o o fato dele mencionar que eu estava sem calcinha. Calcinha esta que havia ficado no bolso daquele outro ser. Não lembro o rosto desse homem, só lembro do medo que senti, da minha vontade de gritar, de correr e novamente a imobilidade do coquetel de bebida alcoólica com medicamento havia me paralisado. Pedi, implorei que ele saísse, tentei gritar e ele tampava minha boca. Então ele terminou e eu, com medo de que algo mais me acontecesse, pulei um muro de 2 metros de altura e me escondi no fundo da minha casa. Onde horas após fui encontrada por minha mãe e minha irmã que me procuravam por toda a cidade. Inventei qualquer história, citei os nomes de quem eu me lembrava e que não iriam saber do que havia acontecido e me culpei por todo o ocorrido.
Os dias passaram, eu revivia aquelas cenas todos os dias, todos os momentos. Eu só queria morrer. Eu tomei medicamentos, eu cortei os meu pulsos, eu me tornei a pessoa mais odiosa que qualquer mãe e pai poderia ter. Meus pais acreditavam que isso era devido a adolescência, eu culpava minha mãe de todo e qualquer problema que eu tinha e hoje sei que isso era um reflexo e uma vontade interna de que eu queria que ela tivesse me protegido de tudo aquilo. Todas as vezes em que eu saía na rua uma parte de mim ficava lá, parecia uma eternidade, eu andava na rua e todos pareciam saber. Até que um dia, após um problema bobo na escola, eu explodi. Doía tanto, nada mais valia a pena, eu era o ser humano mais nojento do planeta. E sim, a culpa era minha, eu que bebi, eu deveria estar sã. Meus pais haviam saído, eu estava sozinha, tomei todos os medicamentos que eu encontrei em casa e só não morri porque meu irmão chegou e me encontrou a tempo. Fiquei em coma alguns dias. Lembro de tudo o que acontecia enquanto eu estava desacordada, do meu pai chorando ao lado da cama, da minha mãe e de todos os que estiveram lá. As palavras médicas. O cheiro do hospital. A falta de força que eu tinha pra viver. Eu só queria que aquilo acabasse e eu ficasse na lembrança das pessoas como uma pessoa boa e não uma pessoa nojenta, que cedeu aos desejos alheios.
Mas eu acordei. E ao acordar minha mãe chorou. Ainda lembro dos olhos marejados, de ligar pro meu pai e ouvir a voz soluçando ao telefone. Minha vida valia a pena, eu era a filha que eles queriam e eles me aceitariam de todas as formas.
Ainda assim, até hoje, eu não havia contado o que realmente aconteceu. Foi isso mãe, foi isso, pai. Foi isso que me tirou dos eixos. Foi o medo de que isso poderia se repetir, foi o medo de vocês e das pessoas me odiarem.
Os anos se passaram, eu amadureci, tratei minhas feridas e coloquei no mundo dois homens. Hoje vivo cercada de homens e a cada dia que vejo algum abuso, mal trato ou palavras amargas sendo usadas para com as mulheres ao meu redor essas cenas ainda me atormentam. E é por cada dia que eu saio a noite e preciso apertar meu passo, por cada vez que vou escolher a roupa e fico com medo de estar decotada de mais, por mulheres bêbadas que vejo na rua e sofro pensando que sim, elas estão expostas as mesmas situações que eu passei, que luto. Que faço meu papel, que uso minha voz para alcançar cada mulher e emponderá-la. Porque eu cresci cercada de mulheres fortes e, ainda assim, sofri.
Passados 10 anos, descubro não um, vários casos da mesma época em que amigas minhas foram drogadas, abusadas, abusadas em lotes, de amigas que apanhavam constantemente dos namorados e nunca falaram por medo de ficar mal vista na cidade. Tá tudo errado!
A vítima nunca é culpada.
Se não há consenso, é estupro.
Se há dor, é crime.
Se a pessoa não está são, não há consenso.
Andar na rua não te dá o direito de assoviar ou usar palavras engraçadinhas (princesa, gostosa, ...). Não, isso não é um elogio!
Ele, o que eu lembro nome, rosto e endereço, vai se casar. E eu espero que ele seja feliz e que tenha uma filha, para que ele possa refletir sobre sua postura. Que seja uma mulher, uma mulher de fibra e feliz e que mude, pelo menos um pouco, a cabeça desse ser. Porque aqui já tenho dois meninos bons, que espero que cresçam sabendo o valor de um ser humano, pois dentro de casa tem um pai que é acolhedor e reflexo de que não ser machista nos dias atuais é possível, um homem que sabe seu papel e sabe que é o mesmo papel que o meu, de mulher. Mas também sabe minha força e sabe que é dali que eu tiro fôlego pra encarar tudo, todos os dias. Todos os casos de violência que eu leio nos grupos de mães, seja obstétrica ou doméstica, cada um é parte de mim. E eu só desejo amor pra esses homens, muito amor, porque cada um deseja o que tem.
ps: Meninas de Bom Despacho, não se calem! Vocês não estão sozinhas, chamem a polícia, o papa, e botem a boca no trombone. Não é o medo de ficar mal falada que deve calar cada uma de vocês. Estamos todas juntas.
Marina, meu abraço de carinho, compreensão e orgulho. Sim, me orgulho de cada mulher que resolve não se calar. Vc nasceu para brilhar, para mudar o mundo, e é o que vc faz.
ResponderExcluirMarina, meu abraço de carinho, compreensão e orgulho. Sim, me orgulho de cada mulher que resolve não se calar. Vc nasceu para brilhar, para mudar o mundo, e é o que vc faz.
ResponderExcluirMarina, li seu relato com um nó na garganta e uma tristeza profunda... Tristeza por pensar que isso ocorre diariamente com milhares de mulheres por todo o mundo, trsiteza por pensar que pode acontecer dentro da minha casa (comigo, minha irmã ou filha) e sobretudo, tristeza por até hoje, não ter feito nada para ajudar ou aliviar mulheres, irmãs, que assim como você, foram feridas, abusadas, ultrajadas pelo simples fato de serem mulheres e pela dor de nem poder falar sobre o assunto... Cada dia que passa, sinto uma maior necessidade de falarmos a respeito disso, de colocar a boca no trombone e lutar pelos nossos direitos!!! Sinta meu mais forte e sincero abraço... Saiba que esta dor não é só de vcs que já passaram por abusos e covardias, é de todas nós mulheres!!! Deus abençoe vocês...
ResponderExcluirMarina, muito emocionada com seu relato e ao mesmo tempo orgulhosa por tanta coragem. Com certeza merece ser compartilhado para que diversas mulheres que passaram e passam por essa situação sintam que não estão sozinhas!! Não podemos ficar caladas diante de tanto machismo, opressão e abuso. Há uma distorcao da situação: a mulher é colocada como a causadora do abuso (seja físico ou psicológico), fato que a deixou constrangida diante do ato, e isso precisa ser mudado urgentemente. Eu ainda acredito em um mundo onde a minha filha, quando eu tiver, ou qualquer outra mulher, possa andar do jeito que ela quiser, com a roupa que desejar,sem passar por qualquer tipo de cantada indesejável. E por acreditar nisso que luto por causas que encorajam as mulheres e acho tão importante esse tipo de questão ser discutida em escolas, dentro de casa, ou qualquer outro lugar. Chega de ficar fingindo que esse tipo de coisa não existe e principalmente chega de achar que a culpa é da vítima!! Todo sucesso do mundo pra vc.
ResponderExcluirMarina... que tristeza!!! Que dor no peito... Enquanto lia, parecia ouvir sua voz me contando, como em confissão para uma amiga... Puxa vida! Já passei por algo parecido, mas ainda não tenho coragem de contar... Guardarei para mim por um tempo, ainda. Espero, sinceramente, que esse movimento mude alguma coisa neste país e na cabeças dos homens, e como falei para a Luciana do blog LuliLuli, cabe a nós também criar homens diferentes, que respeitam todas as mulheres como respeitam suas mães e irmãs. Tenho 2 meninos e não me cansarei de ensinar o bom caminho, afinal, também tenho 1 menina e quero protegê-la de tudo isso...
ResponderExcluirGod Bless you!!! You are a true advocate for a very noble cause. There are things that happen in our lives, that initially break us, but within time they make us stronger and compassionate human beings. You are absolutely amazing, and without ever having a conversation in person with you, I know I am proud and grateful for the opportunity I had to meet you online through a friend. Keep shinning Mariana. Keep shinning your light through so much darkness we witness in this world!
ResponderExcluir♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡
Querida! Te admiro muito pelo que já conhecia de vc! A vida é mesmo cheia de curvas! Parabéns por compartilhar sua história!
ResponderExcluirQuerida! Te admiro muito pelo que já conhecia de vc! A vida é mesmo cheia de curvas! Parabéns por compartilhar sua história!
ResponderExcluirQuerida! Chorei com seu relato, e imagino a dor que você teve em escrever isso tudo. Sinta meu abraço forte e meu apoio a você. Admiro sua coragem!
ResponderExcluirUm grande beijo!
Obrigada Marina! Por suas palavras que nos encorajam, pela sua força e fibra, por ajudar que tenhamos voz pra pedir socorro. Porque não temos culpa, somos vítimas. E só a vítima sabe a dor que se sente. Obrigada!!!
ResponderExcluirNão contive as lágrimas. Parabéns pela coragem. Minha admiração e meu respeito.
ResponderExcluirNão contive as lágrimas. Parabéns pela coragem. Minha admiração e meu respeito.
ResponderExcluirNão contive as lágrimas. Parabéns pela coragem. Minha admiração e meu respeito.
ResponderExcluirAmiga, sinto muito por vc! Sinto muito por todas as pessoas que tiveram que passar por isso! Espero que um dia elas possam encontrar sua força e colocar para fora toda a dor, crescer e aprender com ela! Sinta-se abraçada e amada por tudo q vc é! Bjos
ResponderExcluirParabéns pela sua coragem! E por ter decidido ver com outros olhos o que aconteceu com você! Isso de achar que o erro está em nós vem dessa sociedade machista, que defende que faz o que é errado! Isso é o que muitas pessoas infelizmente pensam até hoje! noojooo dessa sociedade machista! E nem precisa desejar o mal para essas pessoas não, Deus é justo e cada um colhe o que planta, é a lei da semeadura, então vamos plantar amor!
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